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Assessoria de Comunicação

Assessoria de Comunicação

2015: o ano que não acabará

Democracia forte e real tem como umas das características mais importantes processos eleitorais em que são debatidas análises conjunturais, institucionais e apresentadas propostas programáticas seguindo o pensamento doutrinário do partido ou coligação representado pelos respectivos candidatos.  

E de imediato proclamado o resultado em consonância com a vontade majoritária, vira-se a página para outra em que há grande expectativa, principalmente para eleitos a cargos majoritários do poder executivo a implementação de mudanças que proporcionem ou ao menos sinalizem melhora na qualidade de vida dos cidadãos. E sempre ancorada pelo binômio liderança e planejamento.

O Brasil, com suas especificidades e jabuticabas que nem sempre são positivas, trouxe à tona em 2014 nos debates presidenciais uma desconexão total com a realidade por parte da candidata à reeleição presidencial.

E contrariando a lógica democrática e a expectativa cidadã, prevaleceu as então frágeis e vazias propostas apresentadas, ancoradas pelo marketing cinematográfico e pelo nefasto maniqueísmo do "nós contra eles", dos otimistas contra os pessimistas, dos defensores dos pobres e o dos ricos. 

A realidade demonstra é que desde a vitória eleitoral da atual presidente, o Brasil apregoado na campanha ruiu como um simples sopro destrói um castelo de cartas.

Sentimentos afloram na quase totalidade dos brasileiros, seja de indignação, raiva, surpresa, desanimo, tristeza, medo, insegurança e descontentamento. Sonhos que são adiados ou cancelados, endividamentos e perda de emprego que comprometem a saúde de toda a família, gerando enorme desconfiança acerca do futuro.

Neste momento mais difícil da historia recente brasileira, combinando ingredientes políticos e econômicos, é que o binômio liderança e planejamento sobressaíssem por parte da detentora do cargo mais alto da república.

E o que é facilmente perceptível, e até mesmo irrefutável, é a ausência total destes dois elementos indispensáveis para um presidente conduzir o país neste momento. Quanto ao planejamento, a improvisação na gestão pública fica evidente, com número excessivo de ministérios, programas sobrepostos, falta de monitoramento nos serviços prestados. Metas e ferramentas de governança passam longe ou não tem qualquer guarida na agenda governamental. Ao desconectar de forma irresponsável aspectos orçamentos e fiscais com projetos, programas e ações, o caos anunciado por muitos, que foram chamados de pessimistas ou desinformados, se confirmou, trazendo seríssimas consequências.

Quanto ao aspecto da liderança, característica essencial aos agentes políticos, percebemos sua ausência total por parte da atual presidente. Não demonstrou a menor aptidão para montar uma boa equipe presidencial, na articulação de agendas prioritárias junto ao congresso nacional, aos partidos políticos e aos atores econômicos e sociais. A capacidade de ouvir, reformular e conduzir todos rumo a um mesmo objetivo são substituídos pela arrogância e desmerecimento à inteligência alheia, desconsiderando que política é a arte da convergência e dos consensos.

Frágil liderança, ausência de planejamento e falta de compromisso com o interesse público, exemplificada por uma concepção nefasta do poder como um fim em si mesmo, e não como meio para proporcionar melhorias aos cidadãos, constituem terreno fértil para a corrupção.

A brutal crise de valores com que vive o país, fomentada por criminosos que se apossam de mandatos para benefícios pessoais e ou partidários, vêm roubando a esperança e podando os sonhos dos brasileiros, sejam eles trabalhadores, aposentados, estudantes ou donas de casa. Chegou o momento do basta e de apoio total das pessoas de bem às instituições brasileiras que lutam para extirpar este câncer da sociedade brasileira.

O ano de 2015 foi vendido na eleição presidencial como a continuidade da bonança e do primor com que o Brasil vinha sendo governado. O pesadelo e a realidade chegaram. Mentem de novo os que dizem que em 2016 ou 2017 tudo estará em conformidade.

2015 não acabará. Dificuldades e desafios seguirão aos anos sequentes. O que medirá a extensão e a efetividade das ações propostas está diretamente relacionada ao binômio liderança e planejamento de quem estará ocupando o mandato de líder maior da nação, seja da atual ou não, sempre em conformidade com o Estado Democrático de Direito.

Dinis Pinheiro é condecorado com a medalha Ordem do Mérito da Saúde

Em reconhecimento ao papel de destaque desempenhado em prol da saúde pública no Brasil, e, principalmente, pelo seu engajamento na Campanha Assine + Saúde, o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Dinis Pinheiro (PSDB), foi agraciado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) com a Medalha da Ordem do Mérito da Saúde. A condecoração ocorreu na última terça-feira, 11/12/2012, em uma casa de festas da capital mineira.

 

 

 

Durante a solenidade, Dinis lembrou que, no País, ainda existem grandes desafios a serem enfrentados. “A saúde é um direito social que ainda não atingiu total plenitude no Brasil. O SUS representou um avanço notável na história da saúde pública no País, mas ele se depara hoje com desafios enormes. E a Assembleia não poderia se silenciar diante desta causa”, reforçou. Dinis ressaltou também que somente Minas Gerais já coletou mais de 400 mil assinaturas para a campanha, que pretende coletar 1,5 milhão de adesões, em pelo menos cinco Estados, para enviar à Câmara dos Deputados projeto de lei que obrigue a União a investir o percentual mínimo de 10% de sua arrecadação na saúde.

 

 

 

Participaram da solenidade o secretário de Estado da Saúde, Antônio Jorge Souza Marques, o presidente da Associação Médica de Minas Gerais, Lincoln Lopes, que também foi orador do evento, secretário municipal de Saúde de São Lourenço, Mauro Guimarães Junqueira, além de outras autoridades ligadas à área da saúde.

 

 

 

A Ordem do Mérito da Saúde foi criada em 2000, pelo então governador de Minas Gerais, Itamar Franco. A condecoração objetiva valorizar e premiar entidades, profissionais de saúde, pessoas jurídicas e artistas, entre outros profissionais, que destacaram a saúde pública por meio de seus trabalhos.

 

 

Câmara dos deputados debate aumento das verbas para a saúde pública

O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Dinis Pinheiro (PSDB) participou, na Câmara dos deputados, em Brasília, de uma audiência pública para debater o aumento das verbas federais para custeio da saúde pública. No programa de rádio “Você Pergunta, a Assembleia Responde” desta semana, ele lembrou que a saúde é um dos setores mais vulneráveis da administração pública e que é de suma importância a inserção de todos os agentes políticos para nacionalizar a campanha Assine + Saúde. Dinis ressaltou também que os municípios são os maiores prejudicados nesta relação. “O resultado é que os municípios, principalmente, acabam muito sacrificados, pois têm que tirar recursos de outros setores para tentar diminuir o sofrimento dos cidadãos. Os municípios mineiros investem, em média, mais de 20% de sua receita em saúde, sendo que alguns chegam a gastar 40%, e ainda assim não conseguem resolver todos os problemas”, informou.

 

 

Dinis Pinheiro falou também sobre a opção de uma proposta de iniciativa popular e a força que ela representa. “Se chegar ao Congresso uma proposta com mais de um milhão e meio de assinaturas, dificilmente qualquer governo terá coragem de vetá-la”, completou o presidente e ainda ressaltou a liderança exercida por Minas na luta por uma saúde pública de mais qualidade. “A Assembleia de Minas assumiu a liderança aqui no Estado e está investindo muito, pois a situação precisa ser revertida com urgência”, finalizou.

 

Ouça o programa

 

http://audioboo.fm/boos/1118415-assembleia-responde-17-12-2012

Medalha do Mérito Legislativo homenageia os 80 anos do direito ao voto feminino

Medalha do Mérito Legislativo homenageia os 80 anos do direito ao voto feminino

 

Thaniara Carvalho

Em 2012, o Brasil comemora uma importante vitória do amadurecimento da democracia. Há 80 anos, as mulheres têm o direito de ir às urnas e escolherem seus representantes. Para homenagear esta importante conquista, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) escolheu o tema para compor a entrega da Medalha do Mérito Legislativo, em cerimônia realizada na manhã desta quinta-feira, 08/11/2012, no Expominas.

 

 

 

A solenidade contou com a presença e oratória da presidente do Tribunal Superior Eleitoral, a ministra mineira Cármen Lúcia Antunes Rocha, condecorada com Medalha no grau Grande Mérito. Ao perpassar um histórico de amadurecimento da sociedade brasileira, a ministra lembrou ainda da importância de Minas Gerais para a constituição de um Estado republicano brasileiro e fez observações sobre o modelo federativo vigente no país, que para a ministra, começa a ser desenhado na menor célula da federação, os municípios. “A nossa federação ainda não ganhou um desenho próprio. Repensemos a federação a fim de fortalecê-la”, pontuou. Cármen Lúcia ressaltou ainda importância dos municípios, que segundo ela, são o começo de modelo federativo real e maduro. “Precisamos cuidar dos nossos municípios. Começamos a ser o que somos a partir do nosso município, que é a grande escola da liberdade”, frisou.

 

 

 

Em pronunciamento, o presidente da Assembleia, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), também destacou a luta das primeiras mulheres de Minas a reivindicarem o direito ao sufrágio. Ele lembrou a luta pelo direito ao voto feminino e o pioneirismo mineiro nessa conquista, ao citar exemplos de mineiras que simbolizaram essa liderança feminina, como Mietta Santiago, estudante de direito que, em 1928, obteve da justiça o direito ao voto.

 

 

 

Dinis ainda disse que a concessão da medalha é uma homenagem, bem como uma distinção às pessoas que transcendem seus interesses pessoais e corporativos em favor de um bem coletivo. Ele também reafirmou que, embora sejam grandes, as disparidades entre os ideais e a realidade da sociedade, a Assembleia vem trabalhando para alcançar políticas sociais mais justas.

 

 

 

Além da ministra Cármen Lúcia, também foram agraciados com a medalha Grande Mérito o corregedor do Tribunal Regional Eleitoral, Antônio Carlos Cruvinel, o presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Joaquim Herculano Rodrigues, e o presidente do Tribunal de Contas do Estado, Wanderlei Ávila. Também recebeu uma homenagem póstuma com a medalha do grau Mérito a atriz de teatro e artista plástica Cecília Bizzoto, assassinada durante um assalto na madrugada do dia 7 de outubro deste ano, na casa onde morava com seus pais, no bairro Santa Lúcia, em Belo Horizonte.

 

 

 

A medalha, criada pela Resolução 2.778, de 1982, é constituída de três graus: Grande Mérito, Mérito Especial e Mérito. No evento, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais agraciou 227 pessoas e instituições que se destacaram em suas áreas de atuação

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