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Dinis cobra resolução dos problemas na área de saúde em Minas Gerais

O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais Dinis Pinheiro afirmou, nessa terça-feira (17/10), que é preciso urgentemente resolver os problemas da saúde no Estado. Ele participou do Fórum Pró-Santas Casas (Programa de Financiamento Preferencial às Instituições Filantrópicas e Sem Fins Lucrativos), realizado na sede do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais (Sinmed/MG), em Belo Horizonte.
 
O encontro, realizado pela Federassantas (Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais), teve a presença de representantes de dezenas de hospitais de todas as regiões do Estado. O objetivo do fórum foi esclarecer dúvidas sobre a Lei 13.479/2017, que garante verbas às Santas Casas e aos hospitais filantrópicos, e também reunir as demandas das unidades hospitalares, que passam por grandes dificuldades.
 
Em apoio à causa, Dinis reafirmou ser inadmissível as Santas Casas, os hospitais filantrópicos e os municípios mineiros estarem passando por dificuldades no atendimentos à população.
 
“Minas está vivendo um momento delicado. Somos a segunda maior economia do país e vivemos esse momento em que o atual Governo do Estado deve cerca de R$ 6 bilhões só para a saúde. Não sei se é falta de capacidade administrativa ou se é insensibilidade. O que sei é que se deve priorizar a vida das pessoas, o bem estar de todos e o respeito aos cidadãos”, enfatizou Dinis.
 
O evento contou a presença da presidente da Federassantas, Kátia Regina de Oliveira Rocha, do relator do projeto de lei que define o Pró-Santas Casas, deputado federal Toninho Pinheiro (PP) e do deputado estadual Arlen Santiago (PTB), entre outras autoridades.
 
Cenário no Estado
 
Em Minas Gerais, existem aproximadamente 300 hospitais filantrópicos, com grande importância para a saúde da população, em especial a mais carente. São instituições sem fins lucrativos com serviços de saúde e assistência social, predominantemente direcionados aos usuários do SUS, ao qual dedicam cerca de 60% da capacidade instalada.
 
Os hospitais filantrópicos sobrevivem prioritariamente de recursos públicos, por oferecerem em contrapartida leitos ao SUS e também pela quantidade de procedimentos que realizam. Atualmente, 68,3% de todas as internações geradas para pacientes que dependem do sistema público de saúde em Minas Gerais ocorrem em hospitais filantrópicos.
 

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