http://dinispinheiro.com.br/images/banners/banner site5.jpglink
http://dinispinheiro.com.br/images/banners/banner site4.jpglink
http://dinispinheiro.com.br/images/banners/banner site3.jpglink
http://dinispinheiro.com.br/images/banners/banner site2.jpglink
http://dinispinheiro.com.br/images/banners/banner site1.jpglink

Dinis Pinheiro conclama correligionários do PP a apoiar a candidatura de Aécio Neves

Carta escrita pelo presidente da Assembleia critica o governo federal e recomenda uma correção enérgica de rumos Carta escrita pelo presidente da Assembleia critica o governo federal e recomenda uma correção enérgica de rumos Arquivo/ASSCOM

Atualmente coligado com o governo do PT a nível federal, o Partido Progressista (PP) pode romper laços com o atual governo e apoiar a candidatura de Aécio Neves à Presidência da República. Essa possibilidade tornou-se mais palpável depois que Dinis Pinheiro (PP), presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), escreveu uma carta de próprio punho e endereçou a deputados federais e senadores do PP, alertando sobre a necessidade de uma mudança no cenário político federal.

 

A carta escrita por Dinis Pinheiro é um apelo aos seus correligionários para que os mesmos façam a opção por um governo marcado por uma gestão moderna e que anseie por mudanças sociais concretas. “Não podemos compactuar com a leniência diante da inflação, com a escalada do déficit público, com a insensibilidade e ineficiência diante da precária infraestrutura, com a conformação com índices pífios de desenvolvimento e com a opção por uma forma patrimonialista de governar, em detrimento de ferramentas modernas de gestão pública”, atestou Dinis.

 

A efetivação de um Estado mais enxuto, que controle menos os recursos e que saiba distribui-los com eficiência, uma das bandeiras defendidas por Dinis Pinheiro, foi lembrada pelo presidente da Assembleia em sua carta. “Precisamos de um novo governo com ampla capacidade de articulação, para efetivar um novo Pacto Federativo, reduzindo a brutal concentração de recursos e poderes na União”, concluiu.

 

Dinis Pinheiro atenta também para indispensabilidade “de uma reforma política vigorosa, que aprimore os sistemas partidário e eleitoral e possibilite reduzir a grave crise de representação hoje amplamente identificada”. Por fim, Dinis declara que não há avanços sociais verdadeiros no Brasil e incita novamente seus correligionários, assegurando que eles não devem tolerar a má gestão que vem sendo realizada pelo governo federal. “Não podemos, ainda, ficar indiferentes diante de dados sociais alarmantes, como o investimento em saúde inferior ao de países africanos, o total desprezo da União pela segurança e os equívocos da política federal de educação, que fazem com que a cada cem alunos que ingressam no ensino fundamental, apenas sete concluam o ensino superior”, complementou.

Deixe um comentário

Certifique-se de preencher os campos indicados com (*). Não é permitido código HTML.